
Era um dia normal quando eu resolvi passear pela minha vila, passeando por muito tempo e ia observando cada detalhe que eu nunca tinha parado para reparar, quando eu vi atrás de uns arbustos um pequeno portão de madeira já quase podre do tempo, o cadeado que parecia fechar aquele pequeno portão já não estava mais fazendo seu trabalho (fechar o portão). Então eu resolvi entrar para ver o que escondia-se ali naquela pequena floresta misteriosa e envolvida por uma parede já velha e barulhenta . Ao entrar uma surpresa empressionantemente era o único lugar da vila onde chovia e fazia frio de usar aquele caso verde que quase todo mundo tem para dias frios e raros. Mas não só isso me fazia surpresas também o fato de todos as plantas e árvores ali existentes estarem tão bem cuidadas e vivas como se ainda fossem pequenos e sensíveis brotinhos de sua espécie tão desconhecida. Eu ia olhando por todos os lados, calada e quieta como se algo acabasse com minhas possibilidades de falar, até que algo quebra o silêncio como se fosse algo a andar sobre piso de madeiras velhas e que rangem. Não sabia de onde via e o que produzia aquele som tão diferente e inesperado por mim, até que vejo algo a correr e a se esconder diante da minha presença, nesse momento desconfiei que fosse uma pessoa quem morava ali, mas não poderia ser pois naquela floresta não havia casa que eu visse ou sinal de pessoa alguma, ao eu olhar vejo um animal, mas não tenho certeza do que é. Ao me aproximar mais, vejo que tem uma pequena tenda bem escondida e disfarçada por folhas de bananeira e de coqueiros, a porta está quebrada, e a casa por dentro está destruída e há cinzas e objetos espalhados pelo chão. Queria ficar para descobrir, mas já era tarde, precisava ir para jantar e minha mãe já estaria preocupada. Fechei o portão e escondi novamente a entrada, para ninguém descobrir aquele lugar.
No dia seguinte, voltei lá com meu casaco verde, para ver o que eu podia descobrir. Depois de caminhar muito achei um banquinho de cimento, bem velho, e enfrente a ele tinha alguns cogumelos azuis, tomei alguns cogumelos em minha mão e tornei eles símbolo da minha sorte, e continuei a caminhar até voltar aquela tenta novamente. E quando encontrei encontrei também uma surpresa, a porta que até ontem estava quebrada, hoje já estava normal, e todas as cinzas já tinham sido limpadas e os objetos já foram recolhidos e guardados. Por algo ou alguém, que eu não sei quem é ou oque é . Entrei novamente na tenda, só que desta vez teve que ser por uma janela havia algo se mexendo perto da salinha, - AHHHHHHHH - eu disse quando via aquele bicho com corpo de pessoa e cabeça de aguia ( que nem um dos deuses egípcios) a coisa também se assustou, mas não foi por eu estar vagando pela floresta pois foi ele que eu vi sem saber ontem, ele se assustou pois nunca ninguém havia encontrado sua casa no meio de tanto desfaçe, quase caí morta até que a coisa que se chama Tretys mandou eu me sentar. Assustada disse não valeu, ja estou de saída. Saí e fui parar do outro lado da floresta, no lugar onde tem os cogumelos azuis e o banquinho. Fui embora e não voltei nos outros dias pois o tal de Tretys disse que era para eu ir embora pois eu não podia ficar alí era diferente da minha realidade, Tretys pediu tambem que eu não dissesse nada daquele lugar . Mas para obedecer eu pedi uma explicação: peguntei porque somente naquela floresta era frio e chovia de leve . Ele me disse que o fato da floresta ser assim era por dentro de uma das arvores funcionava tipo um ar-condicionado do tempo que controlava a temperatura para as plantas não morrerem. E o pior foi que assim que sai tentei voltar, mas parecia que tinha uma barreira onde eu não conseguia passar. Os anos foram passando e eu todos os dias ia tentando voltar e entrar lá novamente até que eu desisti pois vi que não iria adiantar todo meu esforço e desisti ! Hoje em dia eu não sei como está aquela floresta misteriosa.
Mas espero DESCOBRI-LA de novo !
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